Fluid Feeder

Controle de odores é a próxima onda do saneamento básico no Brasil

Após a universalização da água e esgoto, autoridades do meio-ambiente já estão de olho na emissão de gases tóxicos

Uma parte significativa do território brasileiro já pode considerar cumprida a missão de oferecer saneamento básico à população. Agora o próximo desafio está na área do controle de odores, onde plantas industriais e ETEs (estações de tratamento de esgoto) serão os próximos alvos das agências ambientais.

Esse movimento já pode ser observado no fato de que, para obter o alvará de funcionamento / licenciamento ambiental para vários segmentos da indústria, já é necessário apresentar o laudo sobre a análise de risco e eventual controle dos gases tóxicos.

A amônia é um dos gases mais críticos nesse mercado, sendo adotado principalmente em plantas que requerem refrigeração durante seus processos de transformação, como os frigoríficos e fábricas de laticínios.

“Em São Paulo, a Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento-Ambiental)  tem feito algumas visitas a empresas que usam a amônia para refrigeração. Os técnicos solicitam que haja um projeto para monitorar eventuais vazamentos”, comenta Francisco Oliver, diretor técnico industrial da Fluid Feeder.

Outros gases bastante presentes na indústria nacional são o gás sulfídrico (H2S), o gás fluorídrico (HF) e o cloro-gás (Cl2), este adotado por indústrias petroquímicas e parques aquáticos, por exemplo.

Nariz eletrônico

A amônia possui um odor característico, que irrita as vias respiratórias, em grandes concentrações a substância é tão tóxica que pode tornar-se letal.  Outros gases são mais traiçoeiros, pois são indetectáveis pelos nossos sentidos, mas, igualmente mortíferos.

Para garantir a segurança dos colaboradores, equipamentos e do meio-ambiente, adota-se os aparelhos do tipo “nariz eletrônico”, muito mais sensíveis que o órgão humano, sendo capazes de detectar vazamentos imperceptíveis a nós.

“O sistema tem um sensor que detecta a presença do gás e aciona um mecanismo interno que envia um sinal alertando sobre o vazamento. O display do aparelho informa a quantidade do gás no ambiente e emite um alerta proporcional ao tanto liberado – esse aviso pode ser transmitido de forma remota por meio de rede de  comunicação industrial, rádio ou celular”, explica Oliver.

A partir desse alerta, a equipe de brigadistas pode dar início às ações de contenção e de segurança aos colaboradores e equipamentos.

A Fluid Feeder atua fazendo o diagnóstico dos pontos críticos e desenvolvendo, em conjunto com o cliente, soluções personalizadas. “O levantamento é feito em função da área, daí analisamos quantos sensores serão necessários e, se for numa área fechada, iremos avaliar a necessidade de um sistema de exaustão ou de lavagem de gases. Cada sensor cobre, em média, um raio de 6m no caso da amônia”, conta o diretor.

Controle de odores em estação de tratamento de esgoto

Estações de Tratamento de Esgoto também têm necessidade de controlar a emissão de odores em suas instalações.  O principal gás emanado nesse cenário é o gás sulfídrico, resultado da oxidação da matéria orgânica, é considerado altamente tóxico e prejudicial à saúde.

Em baixa concentração, o H2S apresenta odor característico de ovo podre, porém, em altos níveis torna-se inodoro e letal. Por ser mais pesado que o ar, ele tende concentrar-se em pontos baixos, em caso de vazamentos, ele é um alto risco para equipes de manutenção, por exemplo.

Similar ao procedimento em indústrias, a equipe da Fluid Feeder faz uma análise da planta da ETE e aponta quais as possíveis soluções, desde sensores até sistemas detectores até sistemas de lavagem de gás.

Se você deseja saber mais informações sobre os sistemas de controle de odores fornecidos pela Fluid Feeder, clique aqui para agendar uma conversa com nossa equipe.

 

 

Desenvolvido por AO5 Marketing Digital