Como funciona um Clorador?

Construído para controlar, indicar a dosificação de Cl2, misturar e levar a solução (água clorada) ao ponto de aplicação. Sua característica principal é a utilização do orifício variável, para o exato controle da vazão do gás cloro. Isto implica em uma larga e precisa variação de ajustagem e de medida do fluxo de gás cloro (20:1). O clorador é constituído de materiais especiais resistentes a corrosão do Cl2 . Sendo concebido para operar a vácuo, operadores e equipamentos são protegidos. Fornecido com rotâmetros de várias capacidades (5, 10, 26, 50, 104, 240 Kg). Acima destas, ver clorador modelo FFCL04.

A função do injetor é de produzir vácuo suficiente para succionar o gás cloro dos cilindros até ele, onde será misturado com água de abastecimento e levado ao ponto de aplicação. A mola e o diafragma internos no corpo do injetor, foram projetados de forma a não permitir um refluxo de água para dentro do corpo dosador, no caso de haver uma contrapressão no abastecimento do injetor ao ponto de aplicação ou descarga, ou, no caso do tubo de descarga se entupir.

O sucesso da operação toda está sujeita a que a pressão de entrada do injetor, seja suficientemente mais alta que a pressão no ponto de aplicação da água clorada.

A válvula alívio-reguladora-de-vácuo, mantém o vácuo adequado para a operação, no lado do declive do fluxo do orifício variável. Quando houver um “excesso” de vácuo, esta válvula permitirá a entrada de ar, que não é indicada nem alterará a leitura do rotâmetro, mantendo estável o sistema, para cloradores à partir de 240 kg/dia.

O gás cloro, sob pressão entra na válvula reguladora de pressão. Esta válvula tem como finalidade reduzir esta pressão alta, a uma pressão menor que a atmosférica. Assim, através de uma mola, esta válvula só se abrirá, quando o injetor estiver produzindo vácuo suficiente. Se o vácuo falhar, o fornecimento de gás é interrompido imediatamente. A válvula alívio-reguladora- de-pressão proporciona um vácuo controlado no lado descendente do fluxo do orifício variável. Se por qualquer motivo, a válvula deixar passar gás cloro sem haver vácuo, o diafragma se abrirá e, este gás sairá para a atmosfera através da linha de alívio de segurança.

Após passar pela válvula reguladora de pressão, o gás vai ao tubo medidor (rotâmetro) e, através do flutuador, será indicado o fluxo do Cl2 em uma escala de fácil leitura. A precisão é de 2% no fundo da escala. A variação da alimentação (dosificação) é ajustável e controlada por meio da posição do orifício variável, o qual, com um diferencial constante, mantem uma pressão menor que a atmosférica por meio de uma operação combinada com as válvulas alívio-reguladora-de- pressão e alívio-reguladora-de-vácuo.

No caso de uma falha no abastecimento do gás cloro, a válvula alívio-reguladora-de-vácuo, tenderá a fechar-se. Se não proporcionar uma interrupção completa, o diafragma será atraído e protegido pelo vácuo, permitindo assim que o ar admitido pelo seu orifício de alívio, passe ao assento do diafragma e equilibre o vácuo ainda produzido pelo injetor, para cloradores à partir de 240 kg/dia.